quinta-feira, 29 de agosto de 2013

REUNIÃO COM OS LABORATORISTAS







PAUTA

Ø  ORAÇÃO

Ø  VÍDEO: “A PONTE”



Ø  DINÂMICA :   



     MARSHMELLOW DE CARINHO

         Havia uma aldeia onde o dinheiro não entrava.
    Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
    A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a amizade.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos ou utensílios, dava seu carinho.
    O carinho era simbolizado por um marshmellows. Muitas vezes, era normal que as pessoas oferecessem marshmellows sem querer nada em troca, pois sabiam que nunca ficariam sem marshmellows.
     Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus marshmellows. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
     Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar carinhos e em pouquíssimo temo sua casa estava repleta de marshmellows, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem marshmellows, as pessoas começaram a guardar o pouco carinho que tinham e toda a harmonia da cidade desapareceu. Surgiram a ganância, a desconfiança, o ódio, a discórdia, as pessoas se xingaram pela primeira vez e passaram a ignorar umas as outras na rua.
   Como era o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se triste e sozinho, então procurou a velha para perguntar-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão: pegou uma grande carriola, colocou todos os seus marshmellows em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu carinho. A todos que dava carinho, apenas dizia: Obrigado por receber meu carinho.
    Assim, sem medo de acabar com seus marshmellows, ele distribuiu até o último carinho sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu carinho. Um outro fez o mesmo... mais outro... e outro... até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.

    Estes são os meus marshmellows para você!
    Não acumule os seus marshmellows,
distribua-os a todos, alguns voltarão para você!

    Adaptado do texto de Ivete Tayar









Ø  VIAGEM A PRESIDENTE PRUDENTE

Ø  OLIMPÍADA DE MATEMÁTICA

Ø  PROJETO: “CAIU NA REDE É PEIXE”

Ø  ORIENTAÇÕES GERAIS


“NÃO PODEMOS CONTROLAR OS EVENTOS À NOSSA VOLTA, MAS TEMOS O PODER DE ESCOLHER COMO AGIR DIANTE DO QUE NOS ACONTECER.”
                                                                                                                                      AGOSTO/2013