PAUTA
Ø
ORAÇÃO
Ø
VÍDEO:
“A PONTE”
Ø
DINÂMICA
:
MARSHMELLOW DE
CARINHO
Havia uma
aldeia onde o dinheiro não entrava.
Tudo o
que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era
trocado.
A coisa
mais importante, a coisa mais valiosa, era a amizade.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos ou utensílios, dava seu carinho.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos ou utensílios, dava seu carinho.
O carinho
era simbolizado por um marshmellows. Muitas vezes, era normal que as pessoas
oferecessem marshmellows sem querer nada em troca, pois sabiam que nunca ficariam
sem marshmellows.
Um dia,
uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a
não mais dar seus marshmellows. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da
cidade e teria o que quisesse.
Iludido
pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e
queridas da aldeia, passou a juntar carinhos e em pouquíssimo temo sua casa
estava repleta de marshmellows, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem marshmellows, as pessoas começaram a guardar o pouco carinho que tinham e toda a harmonia da cidade desapareceu. Surgiram a ganância, a desconfiança, o ódio, a discórdia, as pessoas se xingaram pela primeira vez e passaram a ignorar umas as outras na rua.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem marshmellows, as pessoas começaram a guardar o pouco carinho que tinham e toda a harmonia da cidade desapareceu. Surgiram a ganância, a desconfiança, o ódio, a discórdia, as pessoas se xingaram pela primeira vez e passaram a ignorar umas as outras na rua.
Como era
o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se triste e sozinho,
então procurou a velha para perguntar-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que
ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão: pegou uma grande
carriola, colocou todos os seus marshmellows em cima e caminhou por toda a
cidade distribuindo aleatoriamente seu carinho. A todos que dava carinho,
apenas dizia: Obrigado por receber meu carinho.
Assim,
sem medo de acabar com seus marshmellows, ele distribuiu até o último carinho
sem receber um só de volta.
Sem que
tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele
e lhe deu carinho. Um outro fez o mesmo... mais outro... e outro... até que
definitivamente a aldeia voltou ao normal.
Estes são os meus marshmellows para
você!
Não acumule os seus marshmellows,
distribua-os a todos, alguns voltarão para você!
distribua-os a todos, alguns voltarão para você!
Adaptado do texto de Ivete Tayar
Ø
VIAGEM
A PRESIDENTE PRUDENTE
Ø
OLIMPÍADA
DE MATEMÁTICA
Ø
PROJETO:
“CAIU NA REDE É PEIXE”
Ø
ORIENTAÇÕES
GERAIS
“NÃO PODEMOS
CONTROLAR OS EVENTOS À NOSSA VOLTA, MAS TEMOS O PODER DE ESCOLHER COMO AGIR
DIANTE DO QUE NOS ACONTECER.”
AGOSTO/2013






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